A resposta curta: depende do destino. Em alguns países, o seguro viagem é exigência para entrar. Em outros, não é lei, mas viajar sem ele é arriscar pagar a conta de um hospital estrangeiro do próprio bolso.
Europa: obrigatório pelo Tratado de Schengen
Para entrar em qualquer país do Espaço Schengen, como Portugal, Espanha, França, Itália e Alemanha, o viajante precisa ter seguro com cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas, hospitalares e repatriação, válido em todos os países do acordo durante toda a estadia.
A imigração pode pedir a apólice na chegada. Por isso, leve o documento impresso e com o valor da cobertura em euros fácil de achar.
Cuba: obrigatório
Cuba exige seguro viagem para a entrada de turistas.
Estados Unidos e Canadá: não é lei, mas é essencial
Não há exigência para turismo, mas é onde o seguro mais pesa. Nos Estados Unidos, não existe saúde pública para visitantes e uma internação de poucos dias pode passar de dezenas de milhares de dólares. Recomendamos cobertura médica a partir de 60 mil dólares.
América do Sul
Brasileiros entram em vários países vizinhos só com o RG. Isso não quer dizer que o atendimento médico é gratuito: turistas costumam pagar pela consulta e pela internação. O seguro para a região é dos mais baratos e cobre esses custos.
E se o destino não exige?
Vale contratar do mesmo jeito. Além das despesas médicas, o seguro cobre remédios, dentista de emergência, bagagem extraviada, retorno antecipado ao Brasil e assistência 24 horas em português.
Resumo
| Destino | Exige seguro? | Cobertura recomendada |
|---|---|---|
| Europa (Schengen) | Sim | 30 mil euros ou mais |
| Cuba | Sim | A partir de 30 mil dólares |
| Estados Unidos e Canadá | Não | 60 mil dólares ou mais |
| América do Sul | Não | 30 mil dólares |
Regras de entrada mudam. Antes de embarcar, confira também o site do consulado do país de destino.

